Sistema financeiro, auditoria bancária, construção de tese e fechamento de alto ticket. O passo a passo que separa quem fatura 7 dígitos de quem atende o que aparece.
Vaga para advogados que querem construir uma advocacia bancária de verdade.
Você entra com ação alegando "abusividade", não sabe provar, e recebe valor irrisório ou perde no mérito.
Pede modelo de petição emprestado em vez de construir tese própria. Quando o juiz derruba o argumento, você não sabe reconstruir.
Não domina matemática financeira aplicada a contrato, então perde para o perito do banco na hora que ele apresenta o laudo.
Não sabe qual documentação coletar antes de judicializar: extrato, ficha gráfica, contratos, SCR. Entra no processo cego.
Tem medo de cobrar honorários altos porque acha que não tem diferencial para justificar o valor.
Atende o que aparecer, sem especialidade e sem autoridade, enquanto o mercado bancário empresarial passa longe de você.
Sente que está atrasado, que os concorrentes sabem mais, e que a faculdade não te preparou para a prática real.
A maioria dos cursos de direito bancário ensina só a primeira metade: doutrina e jurisprudência. Aí o advogado sai da aula sabendo citar artigo, mas sem conseguir analisar um extrato, calcular uma amortização ou rebater o perito do banco.
É essa segunda metade, o sistema financeiro por dentro, que separa quem alega de quem prova. E é ela que você vai aprender nas aulas.
Spread, rating, provisionamento, compulsório, SCR e regras do Bacen. Você aprende a ler o contrato com o mesmo olhar que o banco usa para montá-lo.
Coletar a documentação certa, auditar o endividamento, achar o erro do banco e montar a tese que se sustenta quando o perito aparece. Fim do copia e cola de petição.
Perder o medo de cobrar, filtrar o cliente certo, precificar alto ticket e montar a estrutura que dá acesso ao mercado empresarial, onde a dívida é grande e o honorário é proporcional.
Ler qualquer contrato bancário sob a ótica do sistema financeiro, e não só do Código Civil.
Identificar quando um caso compensa discutir e quando é enxugar gelo, antes de assinar procuração.
Construir tese própria a partir da auditoria, sem depender de modelo de petição de outro advogado.
Rebater o laudo do perito do banco com base técnica, e não com "achismo" de abusividade.
Reconhecer as teses ultrapassadas que o STJ já pacificou contra o consumidor (e parar de perder com elas).
Precificar e defender honorários de alto ticket com um diferencial técnico real na frente do cliente.
Spread, rating, provisionamento, compulsório e formação de taxa de juro.
Price, SAC e Gauss, e onde mora o erro em cada um.
Dez anos de endividamento reconstruídos documento por documento.
O laudo que sustenta a tese e derruba o perito do banco.
O que a documentação revela antes de você judicializar.
O argumento nasce da auditoria, não do modelo pronto.
Como cobrar o que o caso vale sem medo.
Auditores, peritos e setor de negociação.
Ser a referência da sua cidade em direito bancário.
Decisões recentes do STJ, STF e Bacen aplicadas à prática.
Vaga para advogados que querem parar de atender o que aparece e começar a construir uma advocacia bancária de verdade.